Ofertonator Ofertonator
Brasil Apartheid

Brasil Apartheid

Em 31/10/2026, às 04:28, a loja Desconto Aqui vendia Brasil Apartheid por R$ 73,50, 25% abaixo do preço anterior de R$ 98,00. Preço informado pelo sistema da loja. O menor preço que medimos em 2 dias foi R$ 73,50.

de R$ 98,00Preço riscado na página da loja

R$ 73,50

-25%

Informado pelo sistema da loja

Por que confiar neste preço

Voltagem da oferta

0 V de voltagem

votos de quem usa o Ofertonator

Por que confiar neste preço

De onde vem o preço
Informado pelo sistema da loja às 04:28 de 31/10
Acompanhamento
. 3 leituras do preço na loja nos últimos 30 dias.
Histórico
Menor preço que medimos em 2 dias: R$ 73,50 em 29/10. Preço de costume: R$ 73,50.
O preço anterior
Preço riscado na página da loja. Nunca é uma estimativa nossa.
O que não garantimos
A loja pode mudar o preço a qualquer momento; o que vale é o da página dela.

Oferta válida enquanto durarem os estoques. Cupom sujeito a disponibilidade do lote de cupons.

Pulso do preço

30 dias

Poucos dados ainda (3 leituras)

Preços que o Ofertonator leu na loja. Dias sem leitura ficam sem ponto. Isto não é o "de" da loja.

R$73,50

conferido

Ir para a loja

O que aconteceu com essa oferta?

A gente confere na loja. Nada sai do ar só pela denúncia.

Publicado por Ofertonator

Comentários

Comentários trancados a sete chaves

A chave é o seu login. Entre pra ver o que a galera achou dessa oferta — e deixar sua opinião também.

Entrar com Google

Sobre este produto

Raça não existe. Pele não tem cor.O que existe é desigualdade e discriminação. Geneticamente, somos todos iguais.Neste seu novo e controverso livro, o pesquisador médico Luís Mir trata de um tema polêmico, o conceito de 'raça'. 'Raça', para ele - e para a ciência - não existe. 'Raça' é uma construção não científica, puramente social, construída para distinguir pessoas umas das outras por suas características físicas, dividi-las e explorá-las. E pele não tem cor. O que existe, portanto, é desigualdade social e discriminação.A espécie humana, lembra Mir, surgiu na África há apenas 300 mil anos, 13, 4 bilhões de anos depois do surgimento do universo. Descendemos de um animal que desenvolveu habilidades e começou a pensar sobre si mesmo e o mundo. Este ser primitivo espalhou-se pelo planeta e, dependendo do ambiente, assumiu diferentes formas físicas e tons de pele. A pele é incolor. Sob o sol da África, para se proteger da radiação solar, a pele desenvolveu pigmentos evolutivos que a tornaram escura. O homem migrou para áreas frias e pouco ensolaradas do planeta e nelas a pele perdeu pigmentação, tornando-se clara. Na América tropical, ela continuou fortemente pigmentada.Mas uma só espécie humana. 'Não existem raças', insiste Mir. 'Somos todos iguais, em termos de genética, fisiologia, inteligência, cognição - temos todos a mesma capacidade e desenho anatômico. A pigmentação não expressa, não identifica e muito menos admite classificações ou diferenças, quaisquer que sejam, entre humanos. Gradações dela não são cor da pele. Ela é incolor.'Durante séculos, desde o século XVI, europeus raptaram milhões de africanos livres e os levaram como escravos para a América. Não foram levados por serem africanos. Foram levados porque estavam disponíveis e os europeus não tinham mão de obra suficiente para a conquista do Novo Mundo. O médico e pesquisador Alberto Nakamura, que faz a apresentação deste livro, lembra que, com o argumento de que cristãos não poderiam ser escravizados, a Europa aboliu a escravidão na Idade Média. Mas as Américas precisavam de braços e logo a igreja, hipócrita, juntou-se com cientistas e admitiu-se que o africano era uma subespécie e podia ser escravizada. A ciência comete erros, denuncia Kamura, por isso precisa ser revisada de quando em quando. Luís Mir revisa a ciência e demonstra como o homo sapiens é uma espécie única. A partir dele, cultores do apartheid terão que revisar seus conceitos. Os atuais conflitos étnicos só poderão ser resolvidos com reparação e justiça social. Para o editor Luiz Fernando Emediato, que também assina a apresentação do livro, a partir dele racistas e antirracistas terão que revisar os seus conceitos. Grupos e militantes identitárias terão vasto conteúdo científico, genético e antropológico para revisar e fortalecer suas convicções e ações.

Categoria
Livros > Ciências Sociais > Antropologia Cultural

Informações fornecidas pelo marketplace de origem.

Avaliações

Entre com sua conta Google pra deixar sua avaliação.

Nenhuma avaliação ainda — seja o primeiro a avaliar.

Ofertas relacionadas